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Quando de madrugada

(Antônio Cipriano/Aroldo Galindo)

 

Sentar na mesa de bar
ao lado do grande amigo
com a tristeza se abraçar
nesse papo tão antigo

A amizade é um desafio
lançado num corpo a corpo
é ter que vencer o frio
é não ter o peito morto

É quando junto se canta
a importância da palavra
a mulher que a gente ama
e o sonho que não se acaba

É quando de madrugada
a dose fica esquecida
o violão já cansado
e o abraço da despedida

 

 

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